Muito falamos de baterias, mas motores também têm seu roadmap de evolução, e neste ponto Europa e China (pelo menos a BYD) parecem perseguir caminhos diferentes.
A Europa aposta na massificação de motores de fluxo axial para desenvolver carros mais eficientes e com menos terras-raras (o motor-panqueca presente nos AMG e outros supercarros)::
Já a BYD aposta em motores de fluxo variável (VF-PMSM) para melhorar a eficiência em velocidades mais altas e assim aumentar a autonomia, como um 'câmbio magnético:
Um vídeo detalhando as diferenças, comparando com um motor BYD.
Aposto que todos os motores elétricos de carros serão desse tipo da Yasa. Com um peso e tamanho equivalentes a um disco freio, devem substitui-los, deixando a frenagem totalmente eletromagnética (regeneração).
Esse tipo de solução tem vantagens como redução de materiais, peças, simplificação e liberação de mais espaço interno nos carros.
Fora que transformar um carro a combustão em híbrido vira um passeio no parque.
Nossa sou leigo demais para acompanhar ou de fato entender os impactos mas fico bastante animado em saber que agora que os elétricos são um caminho irreversível, as pesquisas estão focadas em melhorar toda cadeia. Que assim seja. Aumentar autonomia sem ter que mexer em tamanho de bateria e conseguentemente tempo de carga é um sonho.