Realmente a suspensão está melhor. E está mais econômico também. Minha filha tem um Mini mais antigo. Ela ficou com o nosso 2026 por dois meses enquanto esperava o carro dela ser arrumado de uma batida. Ela vai pra SP todo dia, e notou que o meu é cerca de 10% mais econômico no consumo.
A BYD não divulga publicamente, mas faz melhorias constantes. Acho que é para não desvalorizar os usados e não admitir os problemas.
Um outro exemplo foi o Gilson de Brasília, que precisou trocar o rolamento do motor de um dos Dolphins. O mecânico que arrumou o motor comentou que o rolamento é diferente de outro Dolphin, apesar de serem ambos do mesmo modelo.
Acho que a BYD - talvez as chinesas em geral - tem uma dinâmica diferente da que estamos acostumados com europeus. Li em algum lugar que um dos segredos dos chineses é usar as mesmas peças não visíveis ou não ligadas a performance em todos os carros da linha - assim, p.ex. o motor do limpador do pára-brisa seria o mesmo para o Mini, o Song, até os Denza. E quando mudam uma peça, mudam automatica e imediatamente para todos os carros, e o fazem com mais frequência que os europeus, que deixam muitas das mudanças para a próxima geração ou face-lift. Mais agilidade, menos uniformidade intra-gerações.
A parte de atualizar com mais frequência faz bastante sentido, já a parte de reaproveitar as peças em modelos de diversas gamas é algo padrão da indústria como um todo. Vide o exemplo da chave do farol usada no grupo VW, a chave do Gol G3 é aplicada no Porsche 911, claro que com algumas funcionalidades extras, ou não.
Boa tarde! Essa é minha primeira contribuição. Com relação à economia no modelo 2026/27, também se tem de levar em consideraçãoos pneus hankook. A classificação dos Ling Long é D, enquanto os hankook podem possuir classificação significativamente melhor. Essa seria somente mais uma das melhorias, mas supondo que os novos pneus seriam categoria B, por exemplo, já seria suficiente para uma economia de 10%, não? Sei que é apenas conjectura, mas pode demonstrar um refinamento progressivo do projeto, desde aspectos não visíveis até os mais perceptíveis