Sobre OTAs, upgrades de versões e atualizações de modelos físicos

Varios tópicos aqui têm mostrado como os novos lançamentos da BYD evoluíram, no hardware e no software - o Dolphin SE, o Yuan AWD, o novo Song do bgbraga, os novos Minis - todos eles mostram que a BYD foi atenta às nossas percepções e desejos, e respondeu com uma rapidez que nunca vi antes - tirando eixo de torção em um, implementando smart start e nfc em todos os outros, navegação na multimedia, cores externas e internas, muita coisa.

E ao mesmo tempo lembro de todos tópicos reclamando de OTAs que não chegam, por consequência us upgrades de versão tb não vem, os conservadores não tem nem os upgrades “hackeados” que os mais ágeis em TI usamos. E pergunto: se a BYD é tão boa em ouvir seus clientes e aprimorar seus produtos, por que não é tão boa na atualização remota dos carros? Arrisco duas respostas não mutuamente exclusivas:

1 O sistema de gerenciamento de SW deve ter sido bagunçado lá atrás, BYD começando a internacionalizar as operações, muito rápida e agressivamente, e o que começa bagunçado custa muito mais pra consertar depois.

2 Implementar essas atualizações com rapidez e eficiência ajudaria um pouco na imagem da marca, mas ao mesmo tempo retardaria ou mesmo eliminaria intenções e desejos de troca, com isso desacelerando vendas futuras.

O primeiro argumento toca na redução de custos; o segundo, no aumento de receita. Ou seja, os dois vetores financeiros andam juntos no sentido de tirar a urgência de atualizações remotas. Assim essa lógica diria para não manter grandes expectativas sobre distribuições de OTA e consequentes upgrades das versões mensais.

O que acham?

Acho que nem é redução de custo e nem para desestimular a troca de modelos. Pra mim só é bagunçado mesmo.

Desenvolver software de forma organizada é extremamente difícil, se empresas que vivem disso já são incompetentes, o que dizer de uma que começou fazendo baterias e depois carros…

Todos estão acompanhando a BYD com lupa, imagina se fazem lambança em uma atualização em massa.

Com isso, eles acabam partindo para o lado conservador, ou seja, não fazem nada ou fazem muito pouco.

1 curtida