Já passa de 10000 pontos de carregamento.
Recebi um e-mail da WeCharge avisando que todos os carregadores EDP passarão a cobrar taxa de ociosidade a partir de 01/11.
Faz todo o sentido . Tenho 2 usinas de microgeração e, locais diferentes. Desde SEMPRE, gerei mais que consumi. Sempre tive créditos. Sempre colaborei com a rede, pois permiti injetar na rede energia que não consumi, ou seja , a distribuidora recebeu de graça meus créditos , que eu nem sei se vou usar um dia , pois eles tem prazo de utilização. Quem possui as usinas está colaborando com a sociedade, e com as empresas geradores , que tem que investir menos na geração. Não tem essa de quem tem usina é beneficiado , que é farra, nada disso. Estamos fazendo um FAVOR , com o nosso dinheiro investido que demora 4 anos pra se pagar. Pois todo mês tem lá uns 150 conto de custo de disponibilidade e arifa mínima que pagamos.
Considero isso normal como quem escolhe morar em condomíno, o apto do térreo paga o custo de manutenção e seguro dos elevadores sem nunca precisar usar além de ouvir o fluxo de todos moradores e visitantes conversando no hall.
Em hotel acontece o mesmo se vc não usa a piscina externa ou aquecida esse custo está na diária ou aquele playground com brinquedoteca e monitores criando brincadeiras, não existe uma taxa extra para isso… ou se vc é conciente e toma um banho com o de casa ou simplesmente demora 30 minutos a mais pq não vai pagar pela água, aquecimento a gas ou eletrico…
Super normal. Concordo. O que não é moral é pagar a tarifa do Sol , o fio B , que é pagar tributo para injetar energia na rede , sendo que você está fazendo um bem.
Esta é uma questão complexa polêmica e cheia de nuances.
Quando o hotel disponibiliza tomada para recarregamsnto mesmo sem cobrar esta aumentando a chance de ocupação dos quartos ociosos os outros hóspedes não pagam por isto e o hotel ganha.
Talvez mais do que com tarifas de balcão.
Quando tem contrato de energia por cota fixa provávelmente nem é afetado.
De certa forma quando investimos no custo adicional de um nosso EV estamos fazendo uma grande cortesia com o planeta e seus habitantes.
Com as placas solares a mesma coisa.
Quem paga por isto ?
A resposta, pensando bem no fim da lucro.
Sem a menor sombra de dúvidas.
Eu ainda acho que o carregamento gratuito com acesso restrito vai continuar existindo e provavelmente aumentando. Principalmente em cidades pequenas, onde não existe grande oferta de carregamento público, que é onde essa oferta vai ser um bom diferencial
Mas acredito que, em algum momento, se o consumo e o custo de manutenção aumentarem significativamente, esse custo tende a ser diluído nas diárias. Mas não acho que isso vá acontecer enquanto o público de EV for <5% do público geral. E também não enquanto o carregamento for um diferencial, se a oferta de carregamento público aumentar e o diferencial deixar de existir, a tendência é que se repasse o custo.
Mas isso é a minha visão do que deve acontecer. No final o que importa é o lucro, e hoje é um investimento pequeno frente ao grande diferencial.
BYD contribuindo para o assunto…
ANOS atrasada… mas melhor que não ter. Poderia ter pelo menos um diferencial para usar o V2L como sistema backup de emergência ou pra manter a geração como um off grid.. mas claro que após alguns anos com concorrentes vendendo esse uso inteligente a byd pode demostrar interesse
https://insideevs.uol.com.br/news/805615/carregador-domestico-eletrico-desperdica-energia/
Essa foi uma surpresa. Fiz uns calculos para ver se a perda era constante, tipo 500W, mas não é.
Razão boa para VEs adotarem carbeto de silício.
Basicamente eles “comprovaram” algo que já discutimos bastante em outros tópicos. Existe uma perda constante somada a uma perda proporcional à potência.
Eu percebi essa diferença quando usei o portátil como carregador principal. Carregando em SoC semelhantes com correntes diferentes o medidor do portátil sempre mostrava mais consumo em correntes menores.
Interessante que, sem conhecimento sobre o real motivo, alguém pode dizer que “carregando mais lento armazena mais energia”.