Ontem vim pra campinas, de Petrópolis.
Que experiência tranquila.
Primeiro experiência de uma viagem mais longa com carro elétrico.
Fiz 2 paradas, a primeira já no estado de São Paulo, carreguei o carro de 30 para 85 em 22 minutos. Foi entrar no graal, mijar, tomar um café pagar voltar pro carro continuar.
A segunda, parei em Atibaia já a 70km de chegar (dava pra ter vindo direto) mas o app falou pra carregar 8 minutos ali. (Oq foi ótimo pq precisava mijar)
Cheguei com 23, fui no banheiro, tomei uma água, no total 12 minutos. Sai com 51.
Entao de uma viagem de 580km, eu fiquei 35 minutos parado carregando (fazendo outras coisas).
A volta (Campinas → Petrópolis) teve mais emoção e aprendizado, mas o carro mandou muito bem.
No começo, peguei um trecho misto/descida fazendo médias absurdas (tipo 10 kWh/100km), o que me deu uma autonomia teórica gigante.
Mas aprendi uma lição importante sobre carregadores: parei num que era lento demais (15kW), fiquei 36 min lá jogados fora. Percebi a furada, andei mais 7km e pluguei num “Ultra Fast” de 120kW. Aí o jogo mudou: fui de 33% para 80% em 30 minutos cravados. O carro limitou a 57kW na média, mas foi o suficiente pra salvar a estratégia.
O final foi teste de cardíaco (pro app, não pra mim). Encarei a subida da Serra de Petrópolis num modo mais “afoito”, aproveitando os 204cv do Dolphin Plus. O app previa chegar com 15%, meu cálculo mental dava 10%, mas como pisei fundo, cheguei em casa com 8%.
Resumo da ópera: O carro é um monstro na estrada. Se andar de boa, a autonomia dispara. Se pisar fundo na subida, ele gasta, mas entrega a potência até o finalzinho da bateria. Aprovadíssimo.

