Tenso. Imagino que a demanda deva ser bem pesada em véspera de feriado mesmo.
Não sei se a concentração de carregadores aí é maior do que a Dutra, lá tem carregador pra cacete. Quando estava aventando a possibilidade de ir pro Uruguai de Dolphin me lembro de não ter tantos pontos assim. Mas isso foi há quase 1 ano.
Eita! Mas calma! Você usou ABRP com conexão ativa ao veículo? Foi consultando no caminho a disponibilidade dos carregadores? Infelizmente ainda não estamos no ponto de tranquilidade de um carro a combustão, mas com planejamento, tudo flui bem. Eu mesmo já passei por algo parecido voltando de SP (SP→RJ). Parei no carregador e pra variar, tinha um híbrido. Bastou abrir o ABRP, ver que dava pra chegar (até com folga) no próximo e cheguei la e carreguei. Então basta um pouco de planejamento e ferramentas.
Nas viagens que faço, já aviso todos antes e coloco o pior cenário, com os BOs ou imprevistos possíveis. Uma pergunta que faço é: Tá bom, vai levar uma hora a mais. O que tão de importante você tem pra fazer nessa uma hora que não possa esperar?
Mas sinceramente, se a pessoa não tem paciência, troca de carro. Carro elétrico ainda não é para todos.
Cara - sinto muito pela sua frustração, estresse e agonia, especialmente com a família junto e a esposa botando pilha .
Na humildade, se me permite um contraponto, acabei de fazer o trecho SP-Rio com o Dolphin Mini e minha experiência foi o extremo oposto — e olha que cheguei a um carregador com só 8% de bateria (por vacilo e ter passado de um ponto planejado de carga).
Os carregadores podem ter ficado disputados justamente pela conveniência e ser onde todo mundo para. Os postos de beira de estrada são convenientes, mas são um imã para a rapaziada. Na minha ida para o rio, usei o PlugShare para achar um CCS2 de 40 kW em Barra Mansa fora da Dutra, já dentro da cidade, 7 minutos de detour. Estava vazio, funcionado e paguei R$ 2,50/kWh sem taxa de ativação.
Tem ainda o fator peso do pé; usei o cruise a 95-97 km/h para dar uma segurada no consumo.
Usei o ABRP configurado para 120 Wh/km de consumo de referência. Isso me deu um planejamento de consumo bastante adequado e em linha com a jornada na estrada.
Não desiste do carrinho ainda! Tenta planejar carregamentos como plano B fugindo da estrada e travando a velocidade um pouco abaixo do limite da via. O queo @Rogaudie citou é verdade, o ABRP com PlugShare são ferramentas essenciais para sua jornada. A paz de espírito pode compensar os 20 minutos a mais de estrada.
Esse sufoco da viagem de feriado anula a economia e o conforto que o carro te traz nos outros 25 dias do mês dentro da cidade? Se a resposta for sim, o híbrido é o seu caminho. Se a resposta for não, talvez seja o caso de recalibrar a estratégia de paradas e evitar os “pontos óbvios” da rodovia.
Sorte, e que o feriado seja tranquilo a você e a família! Um abração,
Sinto muito mesmo, Ricardo. E realmente a mulher botando pilha é F.
Peguei o carro faz poucos dias, mas de fato, pra quem viaja bastante, ainda mais com pressa para chegar, realmente ainda não é a hora de ter um 100% elétrico. O tempo de recarga na estrada é muito considerável. Ainda mais em feriados prolongados.
Mas no meu caso, como viajamos pra longe pouquíssimas vezes por ano (e já fizemos uma viagem no primeiro fds rsrs), e já estávamos ciente dessa situação pra viagens quando tomamos a decisão juntos e andamos 99% na cidade ou redondezas, estamos apaixonados pelo carro. Conversamos até de que com o que economizamos com esse carro no ano, se alugarmos um carro a combustão para viajar ainda estaremos no lucro. Mas gostamos tanto do carro que acredito que sempre vamos preferir gastar o tempo carregando mesmo do que viajar com outro carro. Mas claro que tanto uma situação quanto a outra não é para todos.
Sinto muito pela frustração da família, mas de fato para muitos casos ainda não é o carro ideal.
A programação tem que ser no máximo de 250km por vez. Não adianta ir no talo, vai ficar mais tempo carregando. Melhor 3-4 paradas de “café” do que um chá de cadeira correndo risco de chegar no limite da autonomia.
Se a viagem for mais de 700km, vale a pena ir de carro? nao vejo sentido.
Não vou falar que o calor aqui de São Paulo se compara ao Nordeste, mas eu também abuso do meu ar-condicionado. Na minha experiência pessoal, o “pé pesado” é um fator muito mais relevante.
No modo ECO, dirigindo sem pressa e na maciota, eu consigo uma autonomia de 370-385 km. No modo SPORT, no meu dia a dia normal (sempre com pressa), ela cai para uns 260-300 km.
E em 2,5 anos eu não notei diferença relevante de consumo entre o inverno (quando uso o ar-condicionado na velocidade 1 e na temperatura 23) e o resto do ano (velocidade 3 e temperatura <18).
Também viajo muito até SP com meu DP. O único perrengue que passei foi a primeira viagem que fiz a SP, e o carro mal tinha 2000 quilômetros rodados. Eu não conhecia nada de elétricos.
Agora, em época de feriado, realmente complica em todos os eletropostos que vejo. São duas situações já conhecidas: eletroposto sempre ocupado e filas e mais filas. BC, Itajaí, Grande Fpolis, invariavelmente tudo parado. Itajaí está impossível. Quando venho de SP para SC, já me programo para passar após às 21h em Itajaí, única chance de o trânsito não estar parado.
A família tem um segundo carro e me arrependi de ter trocado o carro a combustão por outro do mesmo tipo. Deveria ter optado pelo segundo elétrico. Mesmo que o elétrico não seja o melhor dos mundos, a economia de combustível faz muita diferença.
Alguém aqui do fórum comentou sobre a quantidade de eletropostos na Dutra. Pois eu acho que a 101 em Santa Catarina tem ainda mais. Por todo canto, carregadores na rodovia, nas cidades próximas, enfim, são muitos. Meu celular não cabe mais aplicativo de eletroposto.
Realmente, fui olhar no PlugShare novamente e, aparentemente, agora tem mais pontos mesmo. Legal que evoluiu bastante nesse 1 ano.
Não abri detalhes de nenhum pra comparar quantidade de portas nem potência dos carregadores. Na Dutra tá começando a brotar pontos com 4-6+ carregadores, o que melhora demais a experiência. Olhando apenas pelo filtro parece não ter muitos carregadores acima de 60kWh por aí, mas acho que é questão de tempo.
Quanto a planejamento, eu cheguei a conclusão de que ficar pulando pro próximo ponto é sempre mais arriscado do que esperar no primeiro. Além de ter a mesma chance de estar ocupado, ainda aumenta o tempo de parada no próximo ponto.
Como o @julio comentou, eu sempre planejo pro pior cenário possível, evito baixar de 40% na estrada, mas o principal é que eu não viajo em feriados.
No pior cenário, consideraria alugar um carro para essas viagens a passeio. A manutenção de um híbrido continua sendo muito mais complexa que de um elétrico, então acredito que não compensaria se desfazer do elétrico.
Quando comprei o carro, a intenção era essa: rodar diariamente nele e alugar um para viagens de turismo. Acabei me arriscando em algumas viagens maiores aqui pelo nordeste e tem dado certo.
Um breve relato sobre o primeiro ano do meu D+. Certamente o maior destaque, o Comparativo entre gasolina e kWh.
Foram aproximadamente 9300 km, em um ano, com um consumo aproximado de 1500 kWh. Considerando um consumo equivalente de 10 km/l (moro na serra) e o kWh em uns R$ 1,3. Temos um custo equivalente de gasolina de (preço médio R$ 6,50) uns 6000 reais, enquanto o custo real aproximado foi de 1950.
Diferença absurda, não? Sem contarmos o IPVA, que saiu de 4 para 0,5%.
Prezados,
A minha experiência tem sido muito boa. Zero arrependimento e zero necessidade de alugar carro a combustão. Já fiz 50.000 km, sendo a maior parte em viagem entre Porto Alegre e Curitiba/Guaratiba. A minha impressão é que a oferta de pontos de carregamento está se ajustando à demanda.
Gosto de explorar os carregadores novos. Para as poucas vezes que encontro o carregador escolhido ocupado não fico esperando, sempre tenho de reserva os “portos seguros” em Porto Belo e Paulo Lopes.
Aprendi a tirar o pé quando preciso de autonomia, mas em geral sigo na velocidade da via.
Ainda não aprendi a tirar o pé com a finalidade de chegar ao destino final mais rápido, pois quando faço as paradas, normalmente procuro os carregadores de 60K ou mais.
O Cálculo na Prática
Eficiência do Veículo: O Dolphin Plus tem um consumo médio prático na casa dos 15 kWh a cada 100 km.
Conversão: Isso significa que com 1 kWh, o carro roda aproximadamente 6,6 km.
O Resultado: Como a estação entrega 1 kWh por minuto, você ganha cerca de 6,6 km de autonomia a cada minuto conectado.
Para eu conseguir aceitar que conseguiria chegar ao destino final mais rapidamente indo mais devagar me falta uma medida de quanto eu economizaria andando a 80 ou 90 em vez de 110.
Tenho certeza que o pessoal mais avançado deve ter esse valor.
Contribuindo no tópico, notei esses dias uma diminuição 4km na autonomia ao trocar o mostrador de consumo para o modo dinâmico, ao estar carregado 100% lembro que quando comprei o carro mostrava 465km e atualmente mostra 461km. Se deixar no modo “normal” mostra sempre os 490km. Obviamente são números que não condizem com a realidade de uso, mas será que foi esta a alteração da atualização que criou mais reserva de bateria?
Não existe um valor específico. A minha economia vai ser diferente da sua, e provavelmente da maioria. L
O que você pode esperar é uma economia não linear. Reduzir em 10% a velocidade máxima não vai aumentar em 10% a autonomia. Tem muita coisa na conta. Trânsito, condições de pista, clima, altimetria, etc…
O modo mais econômico tende a ser aquele em que conseguir manter a velocidade o mais constante possível. Se precisar reduzir/aumentar a velocidade com frequência, isso vai ser o que mais vai impactar…
Provavelmente a degradação tem mais impacto nisso do que atualização. Eu nem olho mais pra esse número de autonomia. Não serve pra absolutamente nada além de gerar ansiedade.
Certamente não me baseio nos números de autonomia, pois são irreais mas é estranho que mudou somente quando é apresentado o modo dinâmico, se fosse degradação deveria apresentar em ambos os casos a redução.